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Crediário próprio: como vender fiado sem virar prejuízo

A diferença entre fiado informal e crediário estruturado, o que registrar antes de liberar crédito pra um cliente, e por que caderno não escala quando o fiado vira rotina.

Crediário próprio: como vender fiado sem virar prejuízo

Cliente pede fiado, você anota no caderno "depois ela paga", e três meses depois ninguém lembra mais quanto ainda falta, nem quando venceu. Isso não é falta de sorte com cliente ruim — é falta de processo pra registrar o que foi combinado.

Como organizar o crediário da loja sem cair na inadimplência?

O primeiro passo é separar "fiado informal" (confiança mais memória) de crediário estruturado (registro de quem comprou, quanto, quando vence e o que já foi pago). O crediário em si não causa inadimplência — o que causa é não ter visão de quem está atrasado antes que o atraso vire uma bola de neve que ninguém mais consegue cobrar.

O que preciso registrar antes de vender fiado pra um cliente?

No mínimo: nome e contato completos (não "fulana, cliente antiga"), valor total da compra, forma de pagamento combinada (parcelas e datas de vencimento), e o histórico de compras anteriores dela na loja. Se ela já atrasou antes, isso precisa aparecer antes de você liberar crédito de novo — não depois, quando o valor em aberto já cresceu.

Sistema de loja de roupas com crediário vale a pena pra loja pequena?

Vale a partir do momento em que fiado deixa de ser exceção e vira rotina. É nesse ponto que um caderno para de escalar: ele não avisa vencimento, não soma quanto está em aberto no total, e não separa quem paga certinho de quem sempre atrasa — tudo isso fica na cabeça do dono, até a cabeça do dono não dar mais conta.

Na Domus BI, o crediário entra a partir do plano Intermediário (R$ 139,90/mês), junto com o condicional — organizado dentro do próprio sistema, não numa página separada do caderno que continua existindo por fora.